Marilena Chaui é uma das mais renomadas filósofas brasileiras, destacando-se por suas reflexões sobre cultura, democracia e cidadania. Durante sua gestão como Secretária Municipal de Cultura de São Paulo (1989-1992), promoveu políticas de democratização cultural e inclusão social. Autora de obras como Cidadania Cultural: O Direito à Cultura, Chaui defende a cultura como um direito fundamental e um processo coletivo de criação, destacando seu papel na construção de uma sociedade mais justa. Seu trabalho acadêmico e político inspira debates sobre os desafios culturais na modernidade e na era digital.
Olgária Matos é uma filósofa e professora renomada, conhecida por suas reflexões sobre ética, filosofia política e cultura contemporânea. Com uma trajetória acadêmica marcante na USP e na Unifesp, destacou-se por suas análises sobre modernidade, democracia e transformações sociais. Autora premiada, suas obras abordam questões filosóficas e políticas que inspiram debates sobre os desafios culturais e éticos da sociedade atual.
José Miguel Wisnik é músico, compositor, ensaísta e professor, com uma carreira que integra literatura e música. Graduado em Letras pela USP, onde também lecionou Literatura Brasileira, Wisnik combina piano clássico e composição em sua obra, explorando temas culturais brasileiros. Autor de diversos álbuns e ensaios, destaca-se pela sensibilidade em conectar música e literatura. Seus trabalhos recentes incluem o álbum “Vão” (2022), inspirado no contexto da pandemia, e sua participação em “Jobim Canção” (2024), ao lado de Paula Morelenbaum, interpretando clássicos de Tom Jobim.
Péricles Cavalcanti é compositor, cantor e cineasta, reconhecido por suas contribuições à Música Popular Brasileira (MPB). Com formação em Filosofia pela USP, estreou como compositor com “Quem Nasceu?”, gravada por Gal Costa em 1973. Ao longo da carreira, colaborou com grandes nomes da música brasileira, como Gilberto Gil e Caetano Veloso, e expandiu sua atuação para o cinema e o teatro. Seus álbuns mais recentes, “Saltando Compassos” (2022) e “Desconectado?” (2023), reafirmam sua versatilidade artística e relevância na cena musical brasileira.
De longa carreira como cantora, Eliete Negreiros é uma das fundadoras do movimento que nos anos 70 e 80 ficou conhecido como vanguarda paulista, ao lado de músicos como Arrigo Barnabé e Itamar Assumpção. Paulistana, fez licenciatura, mestrado e doutorado em Filosofia na USP. Cantora e ensaísta de Música Popular Brasileira, seus discos são “Outros Sons” (1982), produzido por Arrigo Barnabé, Prêmio APCA 1983; “Ângulos- Tudo está dito” (1986); “Canção Brasileira- A nossa bela alma” (1992), Prêmio APCA 1993 e “16 canções de tamanha ingenuidade” (1996). Seus livros: “Ensaiando a canção: Paulinho da Viola e outros escritos” (2012); “Paulinho da Viola e o Elogio do Amor” (2016) e “Amor à música: de Cartola, Paulinho da Viola, Cortázar, Nara Leão, Rogério Sganzerla…” (2022).