Hugo Sukman

60 anos da MPB: da revolução do samba à resistência da MPB

O curso traz um resumo dos eventos mais marcantes dos 60 anos de história da Música Popular Brasileira (MPB). A jornada do curso é iniciada em 1919 com o registro oficial do primeiro Samba no Brasil, mostrando em sequência o seu rico caminho de transformações, no qual expressões artísticas como música, cinema e teatro se entrelaçaram. Em razão de influências culturais estrangeiras e da diluição do samba entendido com “original”, o curso segue mostrando um novo estilo musical que é criado, como fruto do Samba, a Bossa Nova. Pouco tempo depois, pela emergência da retomada de discussões políticas nas veias artísticas, o gênero e estilo MPB, como forma de resistência ao golpe de 64 é criado e continua como forma de movimento social até que a sigla MPB passa a ter o seu significado mais amplo de música popular brasileira.

Apresentação do curso pelo professor

Estrutura das aulas

Aula 1

A evolução do samba e sua popularização no Brasil

  • O primeiro Samba com direito autoral
  • 50 anos do Samba e início da MPB
  • Chico Buarque de Holanda e a velha guarda do Samba
  • O Samba como crônica do cotidiano e música além do gueto
  • A importância de Noel Rosa
  • Cantores que levaram o Samba para outras classes sociais
  • A diluição do Samba

Aula 2

A transição do samba para a bossa nova e sua influência na música brasileira

  • A desvalorização do Samba e dos sambistas
  • A política na música popular
  • O encontro de Vinícios de Moraes e Ismael Silva
  • Peça teatral – Orfeu da Conceição
  • Filme – Rio 40 graus
  • A Bossa e o começo da Bossa Nova
  • A parceria entre Nelson Pereira dos Santos e Zé Keti – O Samba no cinema
  • A volta dos sambistas marginalizados
  • A Bossa Nova como continuação do Samba

Aula 3

A emergência da MPB como movimento de resistência política e cultural

  • A criação do teatro de arena como movimento político
  • A criação do Centro Popular de Cultura (CPC)
  • O CPC e sua efervescência cultural
  • Carlos Lira e a música operária brasileira
  • João do Vale e a música camponesa brasileira
  • O golpe de 64 e o começo da MPB
  • Nara Leão e sua passagem da bossa nova de classe média para as músicas de cunho político
  • A UNE, o teatro, a música e a violência política
  • A criação da MPB como designação de música de resistência política
  • A retomada dos temas sociais, regionais brasileiros na música
  • MPB, um movimento social
  • A participação de Caetano Veloso na MPB

Aula 4

A consolidação da MPB e sua presença nos festivais de música e na televisão

  • Da liberdade da era Bossa Nova para a censura da era MPB
  • Nara leão e a canção MPB como música de protesto
  • A consolidação da MPB.
  • A MPB e os festivais de música
  • A MPB e a televisão

Aula 5

A diversidade da MPB com o tropicalismo e outros movimentos musicais

  • O Samba como base
  • A MPB e a renovação do Samba
  • O tropicalismo e a vertente POP da MPB
  • A jovem Guarda e os cantores populares
  • A expansão do nome MPB para designar outros movimentos musicais

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Quem é Hugo Sukman?

Hugo Sukman é um influente jornalista, roteirista e escritor carioca, cujo trabalho abrange décadas de dedicação à cultura brasileira. Como curador da futura sede do Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro, prevista para abrir em 2025, ele é autor de obras como “Nara – 1964”, “A história da música brasileira em 100 fotografias”, e “Martinho da Vila – Discobiografia”. Seu novo livro, “Som Livre”, está em vias de ser lançado pela Globo Livros, consolidando ainda mais sua contribuição ao panorama cultural nacional.

Com uma trajetória que inclui crítica cinematográfica, cobertura musical internacional e a direção de peças teatrais de sucesso, como “Deixa a dor por minha conta”, Hugo também deixou sua marca como diretor da série documental “Hoje é dia de música” para a HBO. Seus próximos projetos cinematográficos, como “Aldir Blanc – O ourives do palavreado”, e seu envolvimento em séries sobre ícones da música brasileira, exemplificam seu compromisso contínuo em explorar e celebrar as riquezas culturais do Brasil através da arte e da história.

O Feminismo Afro-Latino-Americano de Lélia Gonzalez

Reflexões sobre ética e moral

O curso explora a ética e a moral desde os estudos greco-romanos, passando por conceitos básicos e analisando seu percurso histórico. Aborda mudanças nos valores sociais, questões calvinistas, revolução industrial e ética no mundo neoliberal.

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Perguntas frequentes

Você define seu ritmo. Cada curso, em média, têm de 02 a 04 horas, divididos em aulas de 20 a 30 minutos.

Muitos assinantes assistem uma aula por semana e fazem anotações. Outros preferem maratonar um curso inteiro no fim de semana. O importante é que o acesso é ilimitado durante a sua assinatura, você assiste quando e quantas vezes quiser.

Não. Os cursos foram pensados para quem está fora do ambiente acadêmico formal. A linguagem é acessível, mas sem perder densidade. Se você tem interesse genuíno pelos temas e disposição para pensar com cuidado, os cursos são para você.

O Conepen não substitui a formação acadêmica formal. Não é uma pós-graduação, não tem orientação de trabalhos e não emite diplomas reconhecidos pelo MEC. O que oferecemos é formação contínua, crítica e aprofundada para quem busca autonomia intelectual, sem as amarras burocráticas e os custos de uma pós-graduação.

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O Instituto Paul Singer é uma entidade sem fins lucrativos dedicada a preservar, atualizar e difundir o legado intelectual, político e ético de Paul Singer, com foco na democracia, na solidariedade e na justiça social. Inspirado por sua obra e trajetória, o Instituto atua como espaço de reflexão crítica, memória e formação sobre economia solidária, participação democrática e transformação social.

Voltado a pesquisadores, estudantes, educadores, movimentos sociais e a todas as pessoas interessadas em enfrentar as desigualdades estruturais, o Instituto promove debates, cursos, seminários e publicações, além de articular redes entre academia e sociedade civil. Sua missão é fortalecer o pensamento crítico e as práticas coletivas voltadas à construção de uma sociedade mais justa, democrática e solidária, orientada por valores de diálogo, compromisso social e transformação concreta da realidade.

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Você poderá ver o curso em seu computador, celular ou tablet.

Não! Os docentes têm como orientação fazer cursos didáticos para que todos possam entender o conteúdo. Contudo, palavras específicas do jargão acadêmico podem ser utilizadas pelos docentes, mas sem prejuízo do entendimento do tópico.